Pedro, de 82 anos de idade, está hospitalizado em estado grave, progressivo, com prognóstico reservado. Ele sempre defendeu o direito à eutanásia e sua legalização e, agora, consciente e informado de que não há possibilidade de cura para suas condições clínicas, informou à sua família, aos médicos e ao psicólogo que o assistem que não quer receber nenhum tipo de procedimento ou uso de equipamento para prorrogação da vida.
Com relação à conduta do psicólogo nesse caso hipotético, julgue o próximo item.
Em equipes interdisciplinares, o psicólogo deve evitar o
assunto com os demais profissionais, pois o desejo de não
prorrogação da vida, mesmo conhecido por todos, deve ser
tratado junto à equipe pelo próprio paciente, sem
interpretação de terceiros.