Nós, na área de educação, por vezes sofremos a influência de um
certo pragmatismo que insiste que o importante é fazer coisas.
Quando cedemos à tentação de seguirmos esta premissa,
acabamos agindo, por exemplo, como alguém que vai para a
parada de ônibus e toma o primeiro coletivo que passa, pois o
importante é andar, é avançar. O que acontece, neste caso, é que
muitos dos ônibus têm como destino lugares que não
planejávamos como nosso ponto de chegada.
GANDIN, Luís A. Projeto político-pedagógico: construção coletiva do rumo da escola.
Porto Alegre: Editora UFRGS, 2006, p. 67-71. Adaptado.
Na elaboração do Projeto Político Pedagógico, é importante que as
ações sejam