Um homem de 77 anos, hígido, com antecedente apenas de
hipertensão arterial sistêmica controlada, foi admitido na UPA de
Delmiro Gouveia com dor precordial típica de coronariopatia, com
início há 40 minutos. ECG revelava supradesnível de segmento
ST de V1-V4. O exame físico era normal e o paciente
encontrava-se hemodinamicamente estável.
Levando-se em conta toda a logística envolvida e
considerando-se que a expectativa de chegada a um hospital de
referência, com laboratório de hemodinâmica e equipe habilitada,
era de 3 (três) horas, na melhor das hipóteses, qual seria a
conduta mais sensata e respaldada nas atuais evidências
científicas?