“Falar da realidade como algo parado, estático,
compartido e bem-comportado, quando não falar ou
dissertar sobre algo completamente alheio à experiência
existencial dos educandos vem sendo, realmente, a
suprema inquietação da educação”. Ao analisar a citação
de Freire (2005), podemos dizer que as intervenções
profissionais devem: