A profissional de serviço social da fictícia escola municipal
Paulo Freire, em reunião com a equipe escolar, professores, inspetores e diretores, propôs fazer um trabalho com
os pais e responsáveis dos alunos e alunas matriculados na escola, para que possam participar das propostas
educacionais da instituição. Todavia, alguns professores
foram contra a profissional, que, para defender sua proposta, recorreu à seguinte determinação do ECA: