Uma professora de um curso de graduação da UFRN foi informada de que, em uma de
suas turmas, estão matriculados dois estudantes cegos. No campo da educação, para
lidar com essa deficiência, é imprescindível a adoção de algumas adaptações
curriculares específicas, proporcionando ao estudante condições para o desenvolvimento
de suas atividades de aprendizagem. Pensando em como fazer isso, a professora
encontrou, na Internet, algumas recomendações relacionadas às orientações didáticas,
presentes nos itens abaixo, como ponto de partida para uma reflexão crítica do que
pretende fazer.
I
Disponibilizar orientador acadêmico que possa auxiliar o estudante cego na
organização de suas atividades acadêmicas, em uma carga horária condizente
com as suas limitações, sem prejuízo à aprendizagem.
II
Disponibilizar ao estudante cego uma carteira, preferentemente de um braço e
espaçosa o suficiente para acomodar os recursos auxiliares à execução de suas
atividades acadêmicas.
III
Uma vez finalizada a aula, disponibilizar, para o estudante, notas, slides,
resumos ou fichamentos em formato digital (doc., txt.) com o conteúdo abordado.
IV
Quando utilizar uma bibliografia de referência, o professor deve disponibilizar os
textos ao Laboratório de Acessibilidade no início de cada semestre, a fim de que
sejam digitalizados em tempo hábil, para o benefício do estudante.
Das recomendações encontradas na internet pela professora, para as atividades de
ensino e aprendizagem na sala de aula com estudantes cegos, estão corretas as dos
itens