Após uma colisão de trânsito, Mário, enraivecido,
mesmo observando que a condutora do outro
automóvel estava grávida, desfere-lhe um violento
tapa no rosto, por entender que ela havia sido
culpada pela batida. No entanto, por causa do
golpe, a condutora desequilibra-se e cai de
barriga para baixo ao chão, ocasionando a
interrupção da gravidez, com a consequente
morte do feto. Nesse caso, considerando que a
vítima também sofreu lesões leves no rosto
devido ao tapa, pode-se afirmar que Mário
responderá pelo crime de