Por bem ou por mal, a cultura é agora um dos elementos mais dinâmicos – e mais imprevisíveis – da mudança histórica no novo
milênio. Não deve nos surpreender, então, que as lutas pelo poder sejam, crescentemente, simbólicas e discursivas, ao invés
de tomar, simplesmente, uma forma física e compulsiva, e que as próprias políticas assumam progressivamente a feição de
uma política cultural.
(HALL, 1997, p. 20.)
Estudiosos modernos têm destacado como as preocupações dos pesquisadores deslocam das relações entre currículo e
conhecimento escolar para as relações entre currículo e cultura. É preciso entender, que nesse viés, o educador: