Em diálogo com estudos do campo da
decolonialidade, Oliveira e Silva (2020) convida
as(os) leitoras(es) a pensar sobre os caminhos
possíveis para a (des)decolonização da
Educação Física, tanto na dimensão da prática
pedagógica na escola, quanto na formação dos
professores que atuarão na área. Nesse
sentido, a agenda é apresentada na
perspectiva de “se pensar em uma Educação
Física ‘outra’ que contribua para a
desconstrução da sociedade colonial, ou seja,
essa sociedade marcada pela estrutura
patriarcal, racista e capitalista na qual estamos
imersos hoje” (Oliveira e Silva, 2020, p. 98).
Diante de tais desafios e reflexões levantados,
a autora apresenta um conjunto de estratégias
de insurgência para a prática pedagógica da
Educação Física escolar, como