Rezende (2008) aponta que o brincar, na terapia ocupacional, é um recurso da profissão que é visto de dois aspectos: o lugar
do brincar na prática da terapia ocupacional e o lugar do brincar na vida da criança. Diante disso, Parten (1932) descreveu a
sequência do brincar, considerando as relações que a criança estabelece brincando; observe:
I. Brincar paralelo.
II. Brincar desocupado.
III. Brincar observador.
IV. Brincar cooperativo.
V. Brincar solitário.
VI. Brincar associativo.
A sequência do brincar está correta em