I. A construção da noção de "periculosidade" associada
ao comportamento dos jovens serve como legitimação
do tratamento violento, a eles dirigido, pelos agentes
do Estado.
II. É necessária a atuação psiquiátrica/psicológica para
tratar dos problemas e conflitos que setores da
juventude vêm trazendo para o campo social.
III. É necessário desnaturalizar quaisquer noções totalizantes sobre a adolescência que se pretenda permanente e universal.
IV. Devemos, numa perspectiva discursiva, questionar a
visão instituída por um pensamento psicológico
desenvolvimentista que estabelece características
inerentes para cada uma das etapas da vida.