Certa organização está estruturada em modelo tradicional,
com áreas independentes, que têm dificuldade na comunicação
entre si e com seus usuários. A estratégia corporativa não é
repassada aos funcionários, restringindo-se aos poucos
executivos das diretorias, que acreditam na implantação da
estratégia no modelo top-down. A área de recursos humanos é
constantemente demandada passivamente pelas outras áreas, que
reclamam de morosidade no atendimento aos pedidos de seleção,
do envio de funcionários com perfil inadequado, de capacitações
ineficientes, segundo os gestores, e da falta de avaliações de
reação e transferência (comportamento) das ações educacionais.
São constantes os conflitos pessoais entre funcionários e entre
seus valores e os valores da instituição.