A violência obstétrica é uma tipificação de violência
contra a mulher que se expressa durante o processo de
gestação, parto e puerpério, seja de forma psicológica ou
física, tendo por atores a própria mulher, e/ou os
profissionais de saúde, independente do gênero. Uma
dessas expressões está, por exemplo, na ideia de que
mulheres negras são mais resistentes à dor, muitas
vezes não necessitando de anestesia durante o
nascimento dos seus filhos. Para a prática de profissional
em saúde, um conhecimento restrito à da área de química
não seria suficiente para identificar um caso de violência
obstétrica na situação como a descrita acima.
Considerando essa abordagem, uma análise
interseccional: