Em 1950, o professor João Rui Jardim Freire da
Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (Ufrgs) e da Seção de Microbiologia Agrícola
do Instituto de Pesquisas Agronômicas (Ipagro, hoje
Fepagro) iniciou buscas por bactérias que poderiam
substituir os fertilizantes nitrogenados nas lavouras. Por
meio de coleta, isolamento e seleção de estirpes nativas
eficientes para leguminosas de importância econômica, o
professor chegou aos rizóbios – e os trabalhos de seleção
alcançaram o benefício da simbiose planta-bactéria com
resultados de não recomendação do fertilizante
nitrogenado para o cultivo da soja.