“O imaginário social atual sobre o hospital e sobre o corpo doente está permeado de
conceitos constituídos historicamente. O hospital é um local que deve ser purificado, o doente, isolado,
sem contato com outros aspectos da vida que não tem a ver com a doença” (Rocha e de Mello, 2004).
O corpo como objeto da intervenção no hospital contemporâneo pertence às patologias e às atividades
médicas e também visa ao lucro no que diz respeito à administração. Segundo os autores, a patologia
é um(a):