Poema dos olhos da amada
(Rio de Janeiro, 1959 – Vinicius de Moraes, Paulo Soledade.)
Ó minha amada
Que olhos os teus
São cais noturnos
Cheios de adeus
São docas mansas
Trilhando luzes
Que brilham longe
Longe nos breus...
[…]
Considerando as convenções sonoras que caracterizam o
poema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para
as falsas.
( ) O ritmo do verso é diferente do ritmo lógico.
( ) As pausas, no poema, formam unidades musicais.
( ) Qualquer aspecto gramatical deve ser dispensado em
relação à análise da versificação do poema.
( ) A métrica do poema é construída de acordo com a marcação feita pelos sinais de pontuação em cada estrofe.
A sequência está correta em