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1

457941200255408
Ano: 2024Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Castanhal - PADisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estilística
Ao ler Água Funda, de Ruth Guimarães, o professor identificou figuras de linguagem, mas equivocou-se ao nomear: 
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2

457941200841907
Ano: 2025Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: InoversaSulDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado
quanto falta pra gente se ver hoje
quanto falta pra gente se ver logo
quanto falta pra gente se ver todo dia
quanto falta pra gente se ver pra sempre
quanto falta pra gente se ver dia sim dia não
quanto falta pra gente se ver às vezes
quanto falta pra gente se ver cada vez menos
quanto falta pra gente não querer se ver
quanto falta pra gente não querer se ver nunca mais
quanto falta pra gente se ver e fingir que não se viu
quanto falta pra gente se ver e não se reconhecer
quanto falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu.

Bruna Beber. Rua da padaria. São Paulo: Record, 2013.

A respeito de aspectos estilísticos do poema apresentado, julgue o item a seguir. 


No poema, a anáfora marca o ritmo dos versos e assume um sentido diferente em cada ocorrência.

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3

457941200271278
Ano: 2018Banca: MS CONCURSOSOrganização: Câmara de Itaguara - MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Rimas | Ritmo e Estrofes | Estilística
Quanto à versificação, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:
( ) Em poemas, as palavras podem ser utilizadas em sentido figurado, também chamado sentido conotativo.
( ) Metro é a extensão da linha poética, o número sílabas do verso.
( ) Versificação é a arte de fazer versos.
( ) Verso é o nome da linha do poema. Assim, cada linha constitui um verso.
( ) Ritmo é a música do verso. Para que um verso tenha ritmo, usam-se sílabas fracas, com intervalos regulares. A sequência rigorosa dessas sílabas é que dá ao verso música, harmonia e beleza.
( ) Rima é a identidade ou semelhança de sons, a partir da vogal tônica, entre duas ou mais palavras.
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4

457941201194086
Ano: 2019Banca: IBADEOrganização: SEE-ACDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado

Texto VI


                       ELOGIOS E BAJULAÇÕES


Elogios sinceros resistem a vendavais

Bajulações não resistem a uma brisa.

Quem tem paz sobrevive aos chacais.

O amor alimenta o poeta, a poetisa.


Elogio sincero é como sal em alimento,

Bajulação é como sujeira em ferida aberta

Ou não ter bálsamo após ferimento,

Ou como enfrentar o frio sem coberta.


Bajulações não resistem a uma brisa

Mesmo que se ouça a mais linda poetisa

Ou que se apoie em forte viga.


Elogios sinceros resistem aos vendavais

Por todos os lados a verdade impera

A falsidade não se pendura em varais.

DUARTE, Valdeci. Disponível em: <https://pagina20.net/ elogios- e-bajulacoes/>. Acesso em: 13 dez. 2018 (adaptado).

Do ponto de vista formal, pode-se dizer que o poema acima é:
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5

457941200852255
Ano: 2013Banca: ExércitoOrganização: EsSADisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Em poesia, para determinar a medida de um verso, divide-se o verso em sílabas poéticas. Esse procedimento tem o nome de
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6

457941200691676
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: IF-SEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Gêneros Literários | Estilística | Estudos Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Ritmo e Estrofes
É frequente, no âmbito geral da população brasileira, incluindo o alunado em idade escolar ou universitária, mas também parte considerável de docentes do ensino de línguas, a ideia de que poemas transmitem uma visão pessoal, muito específica, que se configura no texto de modo subjetivo. Essa concepção tende a produzir o problema de
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7

457941201919244
Ano: 2021Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Rio Claro - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Poemas de Forma Fixa | Estilística

Esse poema muito agrada as crianças por sua musicalidade e ritmo. Seu autor é:


Poema Trem de ferro


Café com pão

Café com pão

Café com pão

Virge Maria que foi isto maquinista?


Agora sim

Café com pão

Agora sim

Voa, fumaça

Corre, cerca

Ai seu foguista

Bota fogo

Na fornalha

Que eu preciso

Muita força

Muita força

Muita força


Oô...

Foge, bicho

Foge, povo

Passa ponte

Passa poste

Passa pasto

Passa boi

Passa boiada

Passa galho

De ingazeira

Debruçada

No riacho

Que vontade

De cantar!


Oô...

Quando me prendero

No canaviá

Cada pé de cana

Era um oficiá


Oô...

Menina bonita

Do vestido verde

Me dá tua boca 

Pra matá minha sede

Oô... V

ou mimbora vou mimbora

Não gosto daqui

Nasci no Sertão

Sou de Ouricuri

Oô...


Vou depressa

Vou correndo

Vou na toda

Que só levo

Pouca gente

Pouca gente

Pouca gente...

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8

457941200561386
Ano: 2014Banca: CONSULPAMOrganização: SURGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado
Leia o texto e responda a questão.

Até nas flores se vê
O destino e a sorte
Umas enfeitam a vida
Outras enfeitam a morte

Marque a opção verdadeira:
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9

457941200605431
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Gêneros Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Gênero Lírico | Metrificação | Poemas de Forma Fixa | Estilística
Texto associado

Poema 1 


O laço de fita


Não sabes, criança? 'Stou louco de amores...

Prendi meus afetos, formosa Pepita.

Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?!

Não rias, prendi-me

Num laço de fita.

Na selva sombria de tuas madeixas,

Nos negros cabelos da moça bonita,

Fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem,

Formoso enroscava-se

O laço de fita.


Meu ser, que voava nas luzes da festa,

Qual pássaro bravo, que os ares agita,

Eu vi de repente cativo, submisso

Rolar prisioneiro

Num laço de fita.


E agora enleada na tênue cadeia

Debalde minh'alma se embate, se irrita...

O braço, que rompe cadeias de ferro,

Não quebra teus elos,

Ó laço de fita!


Meu Deusl As falenas têm asas de opala,

Os astros se libram na plaga infinita.

Os anjos repousam nas penas brilhantes...

Mas tu... tens por asas

Um laço de fita.


Há pouco voavas na célere valsa,

Na valsa que anseia, que estua e palpita.

Por que é que tremeste? Não eram meus lábios...

Beijava-te apenas...

Teu laço de fita.


Mas ai! findo o baile, despindo os adornos

N'alcova onde a vela ciosa... crepita,

Talvez da cadeia libertes as tranças

Mas eu... fico preso

No laço de fita.


Pois bem! Quando um dia na sombra do vale
Abrirem-me a cova... formosa Pepital
Ao menos arranca meus louros da fronte,
E dá-me por c'roa...
Teu laço de fita.

ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997.

Poema 2

objeto
do meu mais desesperado desejo
não seja aquilo
por quem ardo e não vejo

seja a estrela que me beija
oriente que me reja
azul amor beleza

faça qualquer coisa
mas pelo amor de deus
ou de nós dois
seja


LEMINSKI, Paulo. Caprichos e relaxos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
A partir da leitura dos poemas de Castro Alves e Paulo Leminski e com base na obra de Alfredo Bosi (2006), analise as afirmativas a seguir: 

I. Em ambos os textos, a temática é o desejo: enquanto no poema de Castro Alves o laço de fita repetido em todas as estrofes simboliza o desejo pela moça que dança no baile; no poema de Leminski, a própria mulher é o objeto de desejo do poeta.
II. A poesia lírica de Castro Alves, à qual pertence o poema O laço de fita, é caracterizada pela forma franca e sem culpa de expressar o desejo e os encantos da mulher amada.
III. A obra de Paulo Leminski pertence a um momento de renovação da poesia brasileira da década de 1970 em que ressurge o discurso poético e o verso – livre ou metrificado – e se retoma a fala autobiográfica como expressão do desejo e da memória.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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10

457941200775807
Ano: 2016Banca: COSEACOrganização: Prefeitura de Niterói - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado

Texto 1

1     No Brasil de hoje, talvez no mundo, parece haver um duplo fenômeno de proliferação dos poetas e de diminuição da circulação da poesia (por exemplo, no debate público e no mercado). Uma das possíveis explicações para isso é a resistência que a poesia tem de se tornar um produto mercantil, ou seja, de se tornar objeto da cultura de massas. Ao mesmo tempo, numa sociedade de consumo e laica, parece não haver mais uma função social para o poeta, substituído por outros personagens. A poesia, compreendida como a arte de criar poemas, se tornou anacrônica?

2     Parece-me que a poesia escrita sempre será – pelo menos em tempo previsível – coisa para poucas pessoas. É que ela exige muito do seu leitor. Para ser plenamente apreciado, cada poema deve ser lido lentamente, em voz baixa ou alta, ou ainda “aural”, como diz o poeta Jacques Roubaud. Alguns de seus trechos, ou ele inteiro, devem ser relidos, às vezes mais de uma vez. Há muitas coisas a serem descobertas num poema, e tudo nele é sugestivo: os sentidos, as alusões, a sonoridade, o ritmo, as relações paronomásicas, as aliterações, as rimas, os assíndetos, as associações icônicas etc. Todos os componentes de um poema escrito podem (e devem) ser levados em conta. Muitos deles são inter-relacionados. Tudo isso deve ser comparado a outros poemas que o leitor conheça. E, de preferência, o leitor deve ser familiarizado com os poemas canônicos. (...) O leitor deve convocar e deixar que interajam uns com os outros, até onde não puder mais, todos os recursos de que dispõe: razão, intelecto, experiência, cultura, emoção, sensibilidade, sensualidade, intuição, senso de humor, etc.

3     Sem isso tudo, a leitura do poema não compensa: é uma chatice. Um quadro pode ser olhado en passant; um romance, lido à maneira dinâmica; uma música, ouvida distraidamente; um filme, uma peça de teatro, um ballet, idem. Um poema, não. Nada mais entediante do que a leitura desatenta de um poema. Quanto melhor ele for, mais faculdades nossas, e em mais alto grau, são por ele solicitadas e atualizadas. É por isso que muita gente tem preguiça de ler um poema, e muita gente jamais o faz. Os que o fazem, porém, sabem que é precisamente a exigência do poema – a interação e a atualização das nossas faculdades – que constitui a recompensa (incomparável) que ele oferece ao seu leitor. Mas os bons poemas são raridades. A função do poeta é fazer essas raridades. Felizmente, elas são anacrônicas, porque nos fazem experimentar uma temporalidade inteiramente diferente da temporalidade utilitária em que passamos a maior parte das nossas vidas.

(CÍCERO, Antônio. In: antoniocicero. Hogspot.com.br/ 2008_09_01archive.html (adaptado de uma entrevista).

A proposição em que se nota a inexistência de indicador modal – isto é, de marca linguística destinada a sinalizar a modalidade sob a qual o conteúdo proposicional deve ser interpretado – é:
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