Conforme a Portaria nº 4.279/2010, é uma forma de articulação de recursos e das
práticas de produção de saúde, orientadas por diretrizes clínicas, entre as unidades de atenção de
uma dada região de saúde, para a condução oportuna, ágil e singular dos usuários pelas possibilidades
de diagnóstico e terapia em resposta às necessidades epidemiológicas de maior relevância. Além
disso, visa à coordenação ao longo do contínuo assistencial, através da pactuação/contratualização e
da conectividade de papéis e de tarefas dos diferentes pontos de atenção e profissionais. O trecho
define: