Paciente, 62 anos, sexo masculino, branco, portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER) (FEVE de 30%), está em acompanhamento ambulatorial e mantém classe funcional NYHA II-III, mesmo após 6 meses de tratamento otimizado com enalapril (10 mg 2x/dia), carvedilol (25 mg 2x/dia) e espironolactona (25 mg/dia). Seus dados clínicos adicionais incluem: ● Ritmo sinusal, frequência cardíaca de 78 bpm em repouso. ● Pressão arterial média de 110/70 mmHg. ● Creatinina sérica de 1,2 mg/dL (TFG estimada >60 mL/min/1,73 m²). ● Potássio de 4,6 mEq/L. ● ECG sem bloqueios de ramo (QRS <120 ms). ● Sem evidência de sobrecarga volumétrica significativa no momento. Em relação ao manejo da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, qual a melhor conduta para reduzir morbidade e mortalidade neste paciente que se mantém sintomático apesar de terapia tripla padrão (iECA, betabloqueador e antagonista do receptor de aldosterona)?