A avaliação é tradicionalmente associada, na escola,
à criação de hierarquias de excelência. Os alunos são
comparados e depois classificados, em virtude de uma
norma de excelência definida no absoluto ou encarnada pelo
professor e pelos melhores alunos. Na maioria das vezes,
essas duas referências se misturam, com uma dominante:
na elaboração das tabelas, enquanto alguns professores
falam de exigências preestabelecidas, outros constroem sua
tabela (de notas) a posteriori.
PERRENOUD, Phillipe. Avaliação: da excelência à regularização
das aprendizagens: entre duas lógicas.
Porto Alegre: Artmed, 1998. p.11 (adaptado).
O trecho apresentado desenvolve uma análise crítica acerca
dos métodos tradicionais de avaliação nas escolas porque
estes, sobretudo,