A religiosidade indígena encontrava por vezes resistência à evangelização pelos jesuítas, uma “inconstância na alma”, ora a aceitar
entusiasticamente a nova religião, ora a rejeitá-la. Não existia entre eles uma doutrina inimiga, mas exibiam “maus costumes” aos
olhos inacianos que deveriam ser combatidos, descritos por Antonio Vieira: “canibalismo e guerra de vingança, bebedeiras, poliginia,
nudez, ausência de autoridade centralizada e de implantação territorial estável”.
(Castro, 2002:188-189.)
Os jesuítas tiveram um papel fundamental no processo de catequização dos indígenas, sendo