Após a aprovação da emenda que limita os gastos
públicos, decidiu-se que a saúde terá tratamento
diferenciado, mas este ponto tem gerando embates
entre governistas e oposição desde que foi lançado o
projeto de emenda constitucional. Para 2017, a saúde
terá 15% da Receita Corrente Líquida, que é o
somatório arrecadado pelo governo federal, deduzido
das transferências obrigatórias previstas na
Constituição. A partir de 2018, a área passará a seguir
o critério da inflação (IPCA).
(Adaptação de https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/ 521413-PROMULGADA-EMENDA-CONSTITUCIONAL-DO-TETO-DOS-GASTOS-PUBLICOS.hmtl.Acesso 10 julho de 2019)
O período acima poderia ser reescrito da seguinte
maneira: