Crianças e adolescentes afastados do convívio familiar,
muitas vezes desconhecem o motivo que os levaram ao
acolhimento institucional, encarando essa medida como
uma punição e despertando sentimentos de rejeição, revolta ou abandono. Diante disso, deve-se dar especial
atenção ao momento de acolhida inicial, apresentando
o espaço físico, as crianças e os adolescentes que lá se
encontram e seu educador/cuidador de referência. Ainda, ao longo do acolhimento, deve-se favorecer o diálogo
com a criança e o adolescente sobre suas impressões e
sentimentos relacionados ao afastamento, oportunidade
na qual se deve esclarecer também que o serviço de acolhimento é organizado para seu/sua