Milton Santos ressalta que a unidade de análise do geógrafo deve ser uma específica, e somente levando em
conta esta escala, pode-se compreender os vários lugares contidos em seu território. Para ele, essa unidade é
o agente de transformação, de difusão e de dotação. É o
intermediário entre as forças internas e externas. Assim,
não é passivo; ao contrário, orienta os estímulos e é o
grande criador das “rugosidades”.
(MORAES, Antonio Carlos Robert.
Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
De acordo com o autor, nesta obra, a unidade de análise
do geógrafo para Milton Santos é: