Observe o seguinte texto:
“Há algum tempo vi um anúncio muito interessante na televisão:
um cachorro era abandonado numa estrada e seus olhos
imploravam que não o deixassem. Era um pequeno poema terno
e triste, talvez um pouco cruel. Agradam-me muito mais os
anúncios que muitos filmes ruins ou banais que, em lugar de
divertir ou educar, somente nos consideram imbecis. Os anúncios
são ideais por três motivos. O primeiro: são curtos e concisos. O
segundo: neles aparecem frequentemente jogos de palavras. E em
terceiro lugar, embora não menos importante: chegam até nós de
uma forma fulminante, como um pequeno raio de inspiração.
Assim, deixando de lado as mensagens subliminares e as bobagens
do tipo “seja livre com este carro esportivo”, um pequeno poema
vale mais que cento e vinte minutos de chatice.
Esse texto de caráter argumentativo mostra a seguinte tese: