Paulo Freire, desde cedo, conheceu o fenômeno histórico
das contradições sociais no Brasil. Para ele, “a primeira
condição para que um ser humano possa assumir um ato
comprometido, está em ser capaz de agir e refletir.”
Por isso, a ação educativa só se torna consciente e
participativa, quando os excluídos sociais são capazes de
compreender a sua própria historicidade, a sua própria
identidade.
Para Paulo Freire, de nada vale sabe ler e escrever, se: