Para a inclusão de estudantes surdos nas escolas
comuns, deve ser considerada a abordagem de ensino
bilíngue, que compreende o ensino escolar em Libras
e na Língua Portuguesa (LP). O ensino da escrita da LP,
por exemplo, deve acontecer como segunda língua
(L2), e o ensino da Libras deve abranger não apenas
os estudantes surdos como primeira língua (L1), mas
também todos os alunos da unidade escolar. Para
acessibilidade comunicacional, a escola deve contar
com serviços de intermediação linguística realizados
por profissionais tradutores e intérpretes bilíngues
com formação específica na área e devidamente capacitados para tal função.
Levando em conta o que a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva
(2008) apresenta, sobre a inclusão de alunos surdos
nas escolas comuns, é correto considerar: