A importância da convivência familiar para o desenvolvimento da criança e do adolescente está
reconhecida na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), bem
como em outras legislações e normativas nacionais e internacionais. A respeito do assunto, é
INCORRETO afirmar:
A Um ambiente familiar afetivo e continente às necessidades da criança e, mais tarde do
adolescente, constitui a base para o desenvolvimento saudável apenas ao longo desses
ciclos vitais, não sendo relevantes para as vivências do ser humano na fase adulta.
B Cada família, dentro de sua singularidade, é potencialmente capaz de se reorganizar
diante de suas dificuldades e desafios, de maximizar as suas capacidades, de
transformar suas crenças e práticas para consolidar novas formas de relações.
C A família é referência de afeto, proteção e cuidado, nela os indivíduos constroem seus
primeiros vínculos afetivos, experimentam emoções, desenvolvem a autonomia, tomam
decisões, exercem o cuidado mútuo e vivenciam conflitos.
D A separação da criança e do adolescente do convívio com a família, seguida de
institucionalização, pode repercutir negativamente sobre seu desenvolvimento,
sobretudo quando não for acompanhada de cuidados adequados.
E Tem como pressuposto a compreensão de que a família não é estática e que suas
funções de proteção e socialização podem ser exercidas nos mais diversos arranjos
familiares e contextos socioculturais.