“Grosso modo, podemos dizer que, no que diz
respeito à questão da marginalidade, as teorias educacionais podem ser classificadas em dois grupos. No
primeiro, temos aquelas teorias que entendem ser a
educação um instrumento de equalização social, portanto, de superação da marginalidade. No segundo,
estão as teorias que entendem ser a educação um
instrumento de discriminação social, logo um fator de
marginalização.”
SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. Campinas, São Paulo:
Autores Associados, 2009.
Ao primeiro grupo de pensamento, esse estudioso da
educação chama de “teorias não críticas”.
Quais pensamentos pedagógicos compreendem as
“teorias não críticas”?