A Unesco (2013) propôs a integração da Alfabetização
Midiática (AM) e da Alfabetização Informacional {AI) que,
apesar de abrangerem duas áreas de estudo distintas,
podem ser compreendidas de forma complementar.
Nessa perspectiva, a Alfabetização Midiática e
Informacional (AMI) pode ser entendida:
A Como um processo de aprendizagem que abarca as
perspectivas do olhar crítico, da reflexão antiética e
da argumentação, além de promover a tomada de
decisão consciente aos cidadãos.
B Como possibilidade de expandir o movimento pela
educação cívica e consciência crítica, a Unesco
acredita que a AMI é tão potente que sozinha é
capaz de produzir resiliência completa para a
desinformação que aparenta ser notícia.
C Como ações cujo principal objetivo é aumentar o
consumo de conteúdo midiático, incentivando a
regulamentação,
a
censura
e
o
controle
governamental sobre todas as formas de mídia,
sobretudo as digitais, com foco na redução do risco
de fake news .
D Como um conjunto de competências que capacitam
os indivíduos a analisar, avaliar e criar conteúdo de
maneira crítica e ética em todas as formas de mídia.
Além disso, é vista como essencial para a
participação cívica e o empoderamento individual.
E Como a capacidade de consumir conteúdos de
mídia, focando em habilidades técnicas para utilizar
dispositivos digitais. Seu principal objetivo é
aumentar a quantidade de informações consumidas
pelos
indivíduos,
diminuindo
a
ameaça da
desinformação online.