Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 66 anos, com história de tosse
matinal e dispneia aos moderados esforços há vários anos.
Ele associava esses sintomas ao tabagismo e nunca procurou
atendimento médico. Há 6 dias vem apresentando piora da
dispneia, acompanhado de aumento do volume da
expectoração, que também parece mais espessa. Fuma 2
maços de cigarro/dia, desde os 30 anos de idade. Além disso,
é hipertenso e faz uso irregular de Losartam 50mg/dia,
prescrito em unidade primária de saúde. Ao exame: paciente
com abertura ocular a estímulos verbais, algo confuso, porém
obedecendo comandos simples. Frequência respiratória de
26ipm, tórax com aumento do diâmetro antero posterior, uso
evidente de musculatura acessória, redução de
expansibilidade bilateralmente, murmúrio vesicular reduzido
globalmente e sibilos difusos. Saturação periférica de
oxigênio de 86%. Frequência cardíaca de 100bpm, pressão
arterial de 140x90mmHg, bulhas hipofonéticas, sem sopros.
Abdome plano, indolor, sem visceromegalias, extremidades
bem perfundidas e sem edemas. Exames colhidos
evidenciaram os seguintes resultados: pH 7,29 pO2 58mmHg
pCO2 65mmHg Bic 30mEq/L. Sódio 140mEq/L; Potássio
4,8mEq/L; Cloro 100mEq/L.
Nesse caso específico, as intervenções terapêuticas
indicadas são