O desenvolvimento do modelo de competência, na década
de 1990, o crescente interesse teórico e o uso do modelo
nas organizações e nos processos de formação do
trabalhador têm suscitado diversos questionamentos
críticos. O posicionamento crítico assenta-se nas seguintes
premissas:
I. Maior escolaridade e polivalência.
II. Perda de poder das entidades políticas representativas
da classe trabalhadora.
III. Ascendência da dimensão psicológica sobre a
sociológica esconde a busca da adaptabilidade
individual.
IV. Confere legitimidade aos novos padrões de
acumulação do capital e de relações sociais.
V. Possibilidade de desenvolver competências coletivas
em um trabalho crescente em equipe.