A organização dos tempos e espaços nas instituições da
Educação Infantil requer um pensar e um planejar
constantes, pois as experiências vividas e
proporcionadas diariamente exigem essa organização.
Assim, ela precisa ser revista com adequação
considerando a faixa etária da criança, assegurando
seus direitos de aprendizagem e de desenvolvimento.
Os profissionais da Rede de Educação de São José
entendem que educar é apresentar a vida às crianças e
não lhes dizer como vivê-la (SÃO JOSÉ, 2017, p. 42). A
forma que o espaço e o tempo são organizados
configura a concepção de criança e de infância dos
profissionais que atuam na própria instituição. Assegurar
a concepção de criança dispõe a necessidade de
organização e espaços pensados, propositivos,
respeitando os tempos, como afirma Martins (2018, p.
142 apud SÃO JOSÉ, 2020, p. 156 - 157). Portanto
podemos considerar verdadeira os seguintes aspectos:
I. É necessário rejeitar a ideia centrada em si (adulto) e
ao senso comum, e tangenciar por transformar a
prática, agir renovando apegos onde a relação entre
adultos e crianças sejam destacadas e participadas,
tendo em vista, que regras devem ser construídas e
reconstruídas, assinaladas de modos diferenciados.
II. Qualidade em transgredir os silenciamentos inscritos
na instituição reside em alargar a multiplicidade de
encontros, contribuindo para o enfrentamento de todo
e qualquer forma de engessar o trabalho pedagógico.
III. A organização do trabalho pedagógico deve fazer
com que a criança se aproprie do mundo dos objetos
e das relações, naturais, sociais e físicas.
IV. Os tempos e espaços devem ser organizados pelos
adultos de modo a apresentar às crianças a noção de
que a sociedade vive com regras, regras estas, no
caso da educação infantil, sendo definidas pela
direção do CEI.
A sequência correta é: