Na luta contra atitudes sexistas, é importante trazer para
o interior da escola as reflexões e discussões sobre os
papéis que a sociedade atribui a cada sexo, a fim de que
professoras(es) e alunas(os) descubram as limitações a
que estão sujeitas(os) caso se submetam aos estereótipos de gênero.
Conforme Pupo (2012), a linguagem oral, por exemplo,
reflete essa discriminação sexista e reforça o modelo linguístico. Existem palavras para denominar o indivíduo do sexo masculino e outras para o sexo feminino,
mas quando, por razões de economia, é preciso utilizar
uma forma comum para se referir a indivíduos de ambos
os sexos, a opção é sempre pelo termo no masculino (o
homem, senhores pais, prezados alunos), dessa forma, a
identidade sexolinguística feminina fica distorcida.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.