Para atuar nas escolas, faz-se importante que o profissional da psicologia conheça a trajetória
das ideias pedagógicas no Brasil. Ignorar os aspectos históricos, políticos e culturais que
influenciam nas práticas educativas significa considerar a escola como uma instituição totalmente
independente da sociedade. Um dos expoentes no assunto é Dermenval Saviani. Em seu livro
“Escola e Democracia”, ele reflete sobre as características das chamadas Teorias Não-Críticas da
Educação: a Pedagogia Tradicional, a Pedagogia Tecnicista e a Escola Nova, colocando o problema
da marginalidade como fio condutor de suas análises. Sobre as Teorias Não-Críticas da Educação,
relacione as colunas:
1. Pedagogia Tradicional.
2. Escola Nova.
3. Pedagogia Tecnicista.
( ) Surge em meados do século XIX. Sua organização está
alicerçada no princípio de que a educação é direito de todos e
dever do Estado. A causa da marginalidade é considerada a
ignorância. É marginalizado quem não é esclarecido. O
modelo de disciplina e de bom comportamento está na conduta
do professor (que deve ser visto pelos estudantes como um
modelo a ser seguido)
( ) Corrente inspirada nos princípios de racionalidade,
eficiência e produtividade. Há ênfase no planejamento da
educação visando a diminuição de interferências subjetivas
capazes de colocar em risco a sua eficiência. As atividades de
coordenação, inciativas em prol da instrumentalização e do
controle das relações de ensino e aprendizagem ficam sob a
responsabilidade de especialistas habilitados. O ideal é a
“aprender a fazer”.
( ) Sustenta a ideia de que a aprendizagem se dá pela ação, e
advoga a favor da transformação da sala de aula. Aqui, o
problema da marginalidade não pode mais ser explicado pelas
diferenças de qualquer natureza entre os homens. A educação
é vista, como oportunidade de equalização social na medida
em que promove a integração e o respeito às diferenças.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de preenchimento correta: