O marco inaugural nas análises da cultura brasileira seria
Casa Grande & Senzala, estampada em 1933. Fecho de
um período do pensamento brasileiro, e início de outro, é
[...] obra híbrida de tradição e inovação, em muitos pontos nostálgica de um Brasil que chegava ao fim – o de antes de 1930, visto por Gilberto Freyre de forma análoga à
douceur de vivre que coloriu certas análises saudosistas
do Antigo Regime francês.
[Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia sobre o Brasil colonial.
Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Nas suas obras, Gilberto Freyre