Plínio atua como PEB II em uma escola pública de ensino fundamental em Suzano e foi convidado para colaborar no estudo da questão da participação popular na gestão de sua escola. Para isso, recorreu às suas vivências, à LDBEN n o 9.394/96 e a um capítulo da obra de Paro (1998), no qual o autor examina os determinantes imediatos da participação, externos e internos à escola e dentre estes os condicionantes ideológicos da participação.
Plínio entendeu corretamente o pensamento de Paro (1998) a respeito desses condicionantes ideológicos, concluindo que