É entendida como uma perda dos futuros
benefícios econômicos ou do potencial de
serviços de um ativo, além da depreciação. Ou
seja, é um instrumento utilizado para adequar o
valor contábil dos ativos à sua real capacidade de
retorno econômico, que reflete o declínio na
utilidade de um ativo para a entidade que o
controla. O conceito apresentado refere-se ao(à)