Um artigo, incluído nos anais da Academia Americana de
Ciências Políticas e Sociais, de 1975, afirma que “um editor é um homem de negócios, um intelectual, um agente
publicitário, um gramático e, se possível, a longo prazo,
um professor.” E conclui que o editor tem considerável
“controle sobre o tipo de conhecimento que estará disponível em uma sociedade”. Essa descrição dos poderes
do editor está vinculada à teoria