Na relação entre trabalho e subjetividade, há de se ter
atenção ao desgaste a que as pessoas são submetidas
e as relações dessa condição a processos de
adoecimento. Sobre a relação entre psicossomática e
estresse nos contextos de trabalho, o que envolve o
campo da saúde do trabalhador, é INCORRETO
afirmar:
A A situação de conflito do indivíduo com o trabalho
pode ser geradora de emoção relativa a estresse.
Mas o que tem ocorrido é banalização do que seja
estresse, pois a bacteriologia, com a perspectiva do
contágio gerou invisibilidade dos fenômenos e
focalização no individual em detrimento do coletivo.
B No trabalho podem ser identificados ajustes ativos
como expressão de desejo de mudança;
afastamento; movimentações trabalhistas; e ainda
os ajustes passivos constituídos por alienação,
depreciação do trabalho, absenteísmo e
adoecimento.
C Há trabalhos em que o sujeito pode ser
constantemente colocado face a reações de alarme,
ou aumento de frequência cardíaca e pressão
arterial. Tal alteração visa chegada de nutrientes,
contração do baço para levar glóbulos vermelhos,
liberação de açúcar armazenado na corrente
sanguínea, aumento de linfócitos entre outros
mecanismos.
D Podem ser relacionadas ao trabalho, as reações de
estresse que resultam de esforços de adaptação,
sendo que reações ao “agressor” muito intensas,
vão colocando uma predisposição à doença. Por isto
encontra-se superada a ideia de sistema límbico e
geração de memória afetiva que coloca a
predisposição para a doença em alguns sujeitos.