Na década de 1990, as questões étnico-raciais
passaram também a fazer parte das preocupações
educacionais, onde políticas de reparação, valorização
e reconhecimento constituíram programas de ações
afirmativas, visando corrigir desigualdades raciais e
sociais, pois foi percebido que o conteúdo da história
dos negros e sua contribuição para a formação do
povo, sociedade e cultura brasileira tinha sido abordado de forma inadequada nos materiais didáticos
que compõem o currículo e no próprio ambiente
escolar na Educação básica.
A Lei 10.639/03, considerada um marco nas relações
étnico-raciais, estabelece que os conteúdos referentes
à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros deverão ser ministrados: