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Em janeiro passado, num vagão do metrô londrino, contei dez pessoas lendo jornais e outras sete lendo livros. Dificilmente vemos algo parecido no transporte público brasileiro. Além disso, quem sai do Brasil e caminha pelas ruas de Londres pode se espantar com a quantidade de livrarias. Que a “literatura adolescente” de fato atraia mais de nós para o necessário e tão subestimado universo dos livros.
(Seção “Leitor”, Veja, 25.05.2011)
O objetivo do autor do texto é