Na década de 1940, as mudanças engendradas pelo desenvolvimento
capitalista, com crescente papel do Estado
e processo urbano-industrial, colocam como desafio para
o serviço social a qualificação e sistematização de seu espaço
sócio-ocupacional, levando a uma aproximação do
serviço social norte-americano, da matriz positivista e
suas propostas de trabalho orientadas