Segundo Freud, a criança vive o apogeu do complexo de Édipo na
infância e, com o seu declínio, o sujeito entra em um período
marcado pelo aparecimento de sentimentos como o pudor, a
repugnância, bem como aspirações morais e estéticas.
Corresponde a um período de intensificação do recalque e da
sublimação, tendo a criança renunciado do investimento edipiano
de objeto pela via de identificação com os seus pais. Trata-se do
período