O núcleo central do debate brasileiro contemporâneo sobre os
Fundamentos do Serviço Social brasileiro se estrutura a partir de
um determinado modo de entender a profissão, à luz da Teoria
Social Crítica, no âmbito das relações sociais constitutivas da
ordem capitalista, consideradas as particularidades de sua
condição periférica e que supõe, dentre outras proposições, uma
abordagem da história