As terapias comportamental e cognitivo-comportamental se baseiam em grande parte nos conceitos e princípios do condicionamento operante e respondente e na teoria do aprendizado social. Dentro dessa estrutura conceitual, o uso de drogas é considerado um comportamento
A aprendido que se mantém, pelo menos em parte, por meio dos efeitos reforçadores das ações farmacológicas da droga em
conjunto com o esforço social e outros, de tipo não farmacológico, derivados do estilo de vida do abusador de drogas.
B negativo, por meio dos efeitos reforçadores do ambiente familiar e do tipo de droga consumida, que pode levar o abusador
a desenvolver um estilo de vida que o leve a estar sempre vivenciando situações de risco.
C de alto risco, por meio dos efeitos reforçadores das ações sociais e do tipo de droga consumida, que pode levar o abusador a desenvolver uma vida funcional ou disfuncional.
D intermitente, por meio dos efeitos reforçadores das ações sociais e do tipo de droga consumida, que pode levar o abusador
a desenvolver uma vida funcional ou disfuncional.
E disfuncional, por meio dos efeitos reforçadores do ambiente familiar e do tipo de droga consumida, que pode levar o abusador a desenvolver um estilo de vida que o leve a estar sempre vivenciando situações de risco.