A conjuntura que se deslinda como “ações
rotineiras, prescritivas e burocratizadas, fomentado não
só pela permanência de uma perspectiva tecnicista da
profissão, mas também estimulado pelos redesenhos e
pelas formas de gestão da política social, a partir dos
anos 1990” (Mioto; Nogueira, 2013, p. 66) pode ser
compreendida como