No Brasil, a euforia tomou conta do ambiente, e de tal
modo, que a abdicação (1831) foi entendida como um
marco inaugural e fundador. Muitos a consideraram uma
revolução exemplar, pois fora pacífica e não levara a derramamento de sangue. Outros a chamaram “regeneração
brasileira”, tal seu caráter popular. Toda uma memória foi
criada em torno do evento, como se ele representasse
um tempo novo: a verdadeira independência.
(Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Murgel Starling.
Brasil: uma biografia. Adaptado)
Em comparação com a independência (1822), a abdicação teve