Nesses “novos tempos”, “esse momento da história” que
“tem recebido várias denominações: sociedade pós-moderna, sociedade do conhecimento, sociedade da informação, sociedade pós-industrial, sociedade tecnológica”,
Libâneo (2018) considera que se reforça a função específica da educação e das escolas de “prover as condições
intelectuais de avaliação crítica das condições de produção e de difusão do saber científico e da informação”.
Em relação a esse contexto mundial, também Célia F.
Linhares, in Silva Júnior (2004), posiciona-se e, depois
de lembrar os conflitos armados do século XX e situações de desigualdade social, afirma que precisamos de
“um processo de escolarização vivo e duradouro”, pois,
sem isso, “qualquer processo de democracia e desenvolvimento sofrerá de artificialidades intransponíveis”; e
adverte: “se o momento é de crise da própria civilização,
dela só sairemos com uma escola que