Toda e qualquer pessoa que resida ou tenha residido, conviva ou
tenha convivido com o doente de hanseníase, no âmbito
domiciliar, nos últimos cinco anos anteriores ao diagnóstico,
podendo ser familiar ou não, é considerado um contato.
De acordo com o fluxograma de investigação de contatos do
Ministério da Saúde do Brasil, deve ser realizado(a), no contexto
de avaliação de um contato de paciente com hanseníase, após
avaliações dermatológica e neurológica inconclusivas,